sexta-feira, novembro 04, 2005

A noite se cala e eu aqui.
Eu nem deveria, mas a noite é enorme,
E tudo dorme, menos o silêncio, que fuma um charuto na varanda.

Eu aqui, a tantas milhas de saber,
Mas tão perto prá sentir.
O que eu posso dizer?
Dos meus pesadelos, você foi o melhor.
Mas não é essa a pulga-insônia que pergunta insistente.

Se ao menos eu pudesse capturar essas palavras borboleteantes
Ordená-las em um gesto, e em uma nota clara
Compreender a busca!

Mas a noite é enorme,
E as palavras inutilmente reconhecem flores pelo caminho.

2 comentários:

Ná Leão disse...

Rayanne ou se não me engano: Nana...
Amei tudo o que vc postou... Algumas coisas mais do a outras, mas todas tem uma essência suave e ao mesmo tempo forte, marcante!!!

Re-senti emoções já vividas e sentidas... Confesso tbm que umas gostei e outras nem tanto...

Cada um realmente só (mal) sabe de si...

Então tateando por entre essa coisas todas vou tentar colocar tbm meus pensamentos em ordem e buscar me conhecer ou
me re-conhecer através deles...

Tentei começar dia 13 pp., mas acho que só a partir de hoje comço mesmo a me entregar...

De corpo alma e coração...

Obrigada, pelo seu indereto incentivo...

Abraçejos...

Ná Leão disse...

Correção: indireto... incentivo

perdoa-me, mas foi falha do dedo...