quarta-feira, junho 07, 2006

Do silêncio.

É quando alguma coisa fica bufando lá no fundo, inquieta.
E não parece ser segredo, mas eu simplesmente calo.
Não era assim, mas se assoma a violência da pulsação.
Cavo trincheiras profundas no pensamento, tocaio suspiros
e censuro mesmo alguns sonhos puramente românticos.
Mas a coisa toda continua e eu realmente não sei mais.
Onde a falsa calma daqueles dias cinzentos em que eu podia,
ao menos, tentar acreditar na simplicidade de sentir os dias.
Eu agora estou acuada por isso que arranha o chão onde eu tento
e amedrontada pela perspectiva do horizonte.

12 comentários:

Edilson Pantoja disse...

E quanta coisa não está latente em cada um, não é verdade?
Abraços de Belém!

Octávio Roggiero Neto disse...

Silêncios eloqüentes, diria...

A czarina das quinquilharias disse...

talvez sejam silêncios que não querem ser calados...
saudades suas também e feliz de te ver por aqui :) bom te ver
e o maior dos abraços!

Diana disse...

Às vezes é no silêncio que nos revelamos... Beijos!

da gaveta disse...

às vezes é bom dar ouvidos à intuição

pedro pan disse...

, horizontes que amedrontam. em dias cinzentos. tormentos. o silenciar suspira, até o momento de gritar...

|beijos meus|

Leandro Jardim disse...

Apesar de muito rico teu silêncio, mais ainda se passará nele, e passará...

bjs!

camila disse...

rayanne, a cada letra, palavra, a cada linha, vc se supera mais... virei fã.

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