quinta-feira, agosto 03, 2006

Nostalgia.

Acorda.
Vem ver a poesia de um dia de inverno.
Cinza e silêncio.
A saudade arde os olhos como a primeira luz.
Saudade de tudo o que não vivi:
amigo que não conheci
amor que não amei
a dor que não calei
a flor que eu não sorri
e tudo o que não falei.
Uma saudade mansa de sentir diferente
pés descalços na grama e
um tempo maior pela frente.
Eu sinto saudade sua.
Dos seus olhos passeando minhas letras.
E uma vontade absurda de mergulhar nas palavras
traçando na página qualquer louco rabisco.
Ou me dissolver num verso e adoçar o dia.
Nostalgia.
Uma palavra quieta, um vento antigo,
a confusão discreta que vai sempre estar comigo.

7 comentários:

Su disse...

tu escreves, escreves, escreves, muito bem tu escreves, gosto do q escreves, como escreves, do q escreves...

não para de escrever nao!

:)

pedro pan disse...

, texto de um lirismo lindo. uma nostalgia leve, mas que existe. e se mostra, em frases e palavras e sentimentos ai expressos...

|beijos meus|

rocky shade metal disse...

beijao guerreira!

Marla de Queiroz disse...

Estrela,
Eu, snceramente, fico sem saber o que dizer quando leio tuas letras dançantes ou amolecidas de saudade...Eu fico sem saber como é que vc faz...de onde vem...Porque sempre brilha tanto, FlôR!

Coisa mais linda do mundo.
Ah esse céu todo enamorado de vc...

Beijos em ti,muitos. Meus.
Sua fã terrena.

Ju disse...

Eu confesso q me calo sem entender como pode alguém ter tanta beleza e transformá-las em palavras...

Se vc me permite virei sempre aqui colher tuas palavras e plantar em meu jardim.

Beijos emocionados e agradecidos.

A czarina das quinquilharias disse...

antidoto de saudade é encontro.
e pro que tem remédio...
grande sorriso e um apertão nas bochechas.
esse aqui tá muitissimo bem azeitado, palmas!

Lubi disse...

Saudade é coisa que me emudece. Contigo, vejo, o contrário.