quinta-feira, setembro 20, 2007

Da linha reta.

Eu prezo a cara limpa.
A consiência aérea.
A dúvida etérea,
Com a retidão dos passos.

À boca pequena
a maledicência, o susurro,
o lucro come a ética:
embola o estômago.

Espírito inflama quieto
Na explosão nem é discreto
Cara à tapa, e arde:
Eu não me escondo,
Coisa de quem fez por onde
De quem é covarde.

Eu prefiro o ângulo agudo das palavras
E o corte claro da honestidade.

Erro sim:
Muito.
E para os erros,
aprender e perdoar.

Mas dissimular não peçam,
Não me adoça o paladar.

6 comentários:

moacircaetano disse...

Retidão.
Palavra em desuso nos dias de hoje.
Consciências anuviadas.
Mas nos resta o nosso próprio caráter, que esse só vendo quem quer. E engraçado, pois quem vende é porque não tem.

Beijos com bastante açúcar e pó de arco-íris pra reavivar suas mil estrelas.

Alexandre Beanes disse...

por isso amo essa estrela. beijos azuis.

camila disse...

bom é assim, estrela. garante ainda mais teu brilho. beijo carinhoso.

Juliana Caribé disse...

Gostei muito daqui. Do seu texto, da descrição do blog e da sua descrição. Soa-me muito interessante.
Se me permite, voltarei outras vezes.
Bom final de semana,

Juliana.

Kallil disse...

Bem bacana o blog!!!

Paula Calixto disse...

AMEI!!! Insigth puro ler essa publicação hoje!

E fica por dentro...

"
Erro sim:
Muito.
E para os erros,
aprender e perdoar.

Mas dissimular não peçam,
Não me adoça o paladar."

Ah... como fica!

Beijos