sábado, novembro 03, 2007

Da ansiedade.

Como se ainda houvesse em meus dedos o espetáculo crepuscular dos teus acontecimentos.
Ouço teus passos distantes, como um sonoro não desenrolando o novelo das horas.

Entenda.

O início ainda plasmava a substância inútil quando teu verbo abandonou minha plenitude.
Agora segue o ponteiro reincidente sobre o tempo que insiste em teimar distâncias.
A tarde joga suas peças, alheia aos meus nervos embaralhados sobre a carne.

Tudo segue em paz.

Exceto o reflexo borrado do teu sorriso
Nos meus olhos.

4 comentários:

ricardo divino disse...

rs!
a ternura que mora aqui é a ternura que mora aqui.

coisas boas para vc

Paula Calixto disse...

Ansiedade... prima-irmã da Angústia!

Beijos.

ricardo divino disse...

e como as sei.

outros.

Lubi disse...

Ai, mais coração na boca, impossível.

Beijo enorme,