quarta-feira, maio 07, 2008

Dos silêncios.

É a poesia que me assoma,
Que me salva.
Mas intensidade também
Precisa pausa.


**Mesmo porque, agora,
fiz um pacto com o destino:
Ele me devolve o sorriso,
E eu adoço as cores que rimo!

6 comentários:

rio daqui disse...

Saio de sessão de claves de sons esfarrapado e abro sessão de saudade de ler poetas irmãos inversos e contratempos. Beijo e Saudade - Paulo Viggu

RicardoPalacio disse...

doce...
doce, sim!
:)

Phillipe Lima disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Phillipe Lima disse...

"É a poesia que me assoma,
Que me salva.
Mas intensidade também
Precisa pausa."*


Precisa?
A intensidade sem pausa me causa:
Ver em verso o diverso, inverso,
Insubmisso e oculto sentido imerso
Na poeira de uma segunda-feira
(samba),
No perfume que inspire ou lance
(caça),
Nas nuvens que um dia eu queira
(fuga),
Em dias que nunca descanse.
(jaula)
Para mim,
Que sou desmedido,
Que sou impreciso,
Quero, como um raio aprisionado,
A desmedida intensidade.
Sem pausa.

Tu comunica fácil em teus poemas. Eu não tenho tanta lucidez, tenho muita catarse. Valeu, mesmo, pelas críticas positicas que tu fez e desculpas pela demora em responder. Abraço querida.
Ah! Tu acabou me fazendo escrever, então, pelo menos, um muuuuuito obrigado pela inspiração!

Lubi disse...

Nossa. Tanto pro seu posto, como pro comentário do Phillipe.
Esse povo que sabe fazer poesia, viu?

Um beijo.

camila disse...

quanta, quanta, quanta beleza cabe em você, minha estrela! eu de cá suspiro.