segunda-feira, junho 23, 2008

Um dia eu escrevi mais ou menos assim, prá ela:

Eu passeio meu dedos pelas horas e as palavras tateiam teus fios formando renda.
Porque não é nada não. Às vezes a vida dói assim um pouquinho ou mais, quase isso de misturar céu com o sangue e ferir as imagens que não podemos mais.
Tem que ser o que cabe no abraço, senão o coração derrama, e olha a bagunça que faz!
A Briza toda derramada e eu te dissolvo num abraço apertado pra te inflar novamente num soluço de risos.
Agora:
Olhe! Foi-se teu pensamento borboleta assoprar outros risos!

Não chora ainda não
que mais ali na frente
Nós vamos cantar.
Eu sei (nunca)
Mas eu canto.

Estrela.
Prá menina bonita.


**Né, Bri?

3 comentários:

Fran... disse...

Parabéns pelo blog!

lubisco disse...

tudo muito intenso.Ufa!

Zézim disse...

Ah, cara, você é foda.