terça-feira, julho 29, 2008

Das doçuras.

Nunca houvera doce mais doce.
Você
Fosse o que fosse.

*Para Múcio Góes

terça-feira, julho 15, 2008

Quando enfim.

Quando escrever era o exercício diário
De uma dor humana, verso ordinário.

Quando a dor era uma rima constante
E te roguei cor
Prá disfarçar nosso instante.

Quando eu não quis mais rimar poemas
E vesti os teus olhos
Olhar de preces tão serenas.

Foi quando eu quis seguir só, adiante,
E os passos se perderam nos seus, bastante.

E não bastasse a dissonância
Da tua ausência, e a distância,
O coração ancorado no verso
E todo amor declarando infância.

E quando enfim olhos nos meus
entendi que meus passos são seus,
apaguei a espera e o adeus.

quarta-feira, julho 02, 2008

Até a volta.

Um universo em translação.
Trans.
Lúcido.
Toda a agitação a buscar
pá.
Ciência.
Mas é que o amor me morde,
Dor.
Avante.
Enquanto ainda estiver só,
Dê.
Mente.
Espero pra fazer sol
Ri.
dente.
Volta logo que é
terna a
mente.
Todo o amor que vi
Na
(S)cente.