segunda-feira, abril 06, 2009

Do amor à poesia.

Cravar os dentes bem no cerne das palavras
Saborear as palavras picantes cavalgando a língua
E lambuzar-se de doçuras.

Embriagar-se das mentiras mais sinceras,
Absorver-lhes o inebriante veneno.

Tomar da poesia em goles grandes e fartos,
deixá-la escorrer pela pele, cobrindo o colo,
a voz, a vez, o sexo.

Saciar papilas, reverberar cordas laríngeas,
Adensar a alma espremendo-a palavra adentro.

Palavras são fragmentos da alma encapsulados.
Quando poesia, dipostas em harmonia de versos.

8 comentários:

camila disse...

concordo em gênero, grau e doçura. uma vez tb me refiri à palavras, mas no coletivo: textos são as fotografias da alma.

[eita saudade dessa estrela!]

beijos meus.

Joana Masen disse...

"Tomar da poesia em goles grandes e fartos..."
É isso que faço aqui, constantemente, quando busco tuas doces palavras....
Te adicionei ao meu blogroll, se quiser, de uma passadinha lá: http://milongalamuria.blogspot.com/
Obrigada

Joana Masen disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Nirton Venancio disse...

rayanne...

Paco disse...

quedelhe a estrelinha?

Paco disse...

ô linda, tá puxado mesmo hein?

como eu estou?

com um bico deeeeesse tamanho depois de saber do encontro de poetas no centro de Sampa....

e não vou poder ir....

buá buá

meu paredro disse...

puro =)

Alexandre Beanes disse...

óbvio fica
que o amor é (cor)respondido
em brancas nuvens negras de chuvas
a bailar no vento dos seus versos
(amar)elos estelares.

muitos beijos de saudade, minha amada amiga