quarta-feira, junho 17, 2009

Destes silêncios.

O tempo
Estalando seus braços de metal
Envolvendo ritmos e esperas.
As possibilidades
Armando botes,
Afiando as unhas
Na pele machucada
Das intensidades.

5 comentários:

celso Ds... disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
celso Ds... disse...

No que li pensei em cidade (metrópole Qualquer) trens, cabos, horário como ritimo que não espera, o impossivel de acontecer um positivismo e armar pra que haja a possibilidade de mudar isso. pensei até no fluxo de oxigênio e qualquer pele interior...

desculpa mais viajei legal ... parabens pelo teu espaço pena que não pude ler mais ... estou no rítimo sem espera rsrs ou seja ocupado pra caraiu.

bjão.

Thales disse...

.

Após este poema
A coloquei em meus favoritos!

Parabéns *

Múcio L Góes disse...

o silêncio e suas possibilidades, em seu tempo e espaço, necessário que só. concordo, mas nao deixo de dizer que há gritos que doem bem menos.

qd voltar, avisa ao meu sorriso que é tempo de se abrir.

amocê!

=*

ritaloureiro disse...

Você acha que vou desmerecer o poema se disser em uma palavra o que penso?

Foda.