segunda-feira, novembro 23, 2009

Quase o fim.

É quase o fim, amor.
O fim das distâncias
De pegadas ímpares
Das dissonâncias
.
O fim
Das angústias

De pernas solteiras

Em tremores ligeiros.
Dos planos
De atentados aos mapas.

É quase o fim, amor.

Disso tudo
, disso(n)ante(s)
Que era sonho

Em nós
,
Emaranhado

De pérfidas lonjuras,

Que agora enfim,
É amor.

4 comentários:

Marcelo Mayer disse...

e recomeço de outro fim
vício

Brisa disse...

A única qualidade constante da vida é a mudança. Às vezes dói, mas outras vezes faz um bem!

Sopro da Brisa pra vc.

J.F. de Souza disse...

é quase o começo...

Thales Capitani disse...

.

E vem você nos mostra
O término de algo pode ser tão doce...