quinta-feira, julho 15, 2010

CONTRA O TEMPO

Sopro de concentrações,
Forca dos minutos que me excedem
Que escorrem tênues e gastos,
Pela borda afiada dos meus dentes.
Pela borda sempre
Em que desgasto a suculenta impaciência
nesse abismo de estrelas tantas.

Abro a porta do peito pro temporal
Tentanto engolir o vento e tornar

A temporal.

5 comentários:

Scarllet disse...

amei.lindo.

moacircaetano disse...

Moça dos cabelos ao vento e das palavras brincantes...
Adoro!
Você e sua poesia!
Nem sei qual amo mais!

moacircaetano disse...

Moça dos cabelos ao vento e das palavras brincantes...
Adoro!
Você e sua poesia!
Nem sei qual amo mais!

Sandra Regina de Souza disse...

Tempestade de saudades
chovem e transbordam
em meus dias
atemporais!
Essa luz brilha aqui!

J.F. de Souza disse...

tempestade
em peito aberto

LINDO, Rayanne qrida! =D

=*