domingo, setembro 11, 2011

Eu te desafio
Com o fio dos meus versos
O traço afiado da letra,
A estocada pontual dos gestos.

Eu te desafio
À singularidade no tom dos protestos,
À retidão afiada
Abrigada no ângulo agudo em que eu testo
Os passos, e palavras, confesso,
No som ondulado
Desse minifesto.

Eu te desafio,
E toda eu,
Resto.

4 comentários:

Thales Capitani disse...

Por vezes, nos resta apenas nós mesmos, resto.
Briga, vai, muda.
Gostei.

meuparedro disse...

Challenger era minha segunda nave especial favorita.

Eduardo Trindade disse...

E assim nos desfiamos todos, um ao outro, ó Ariadne.

Anônimo disse...

Sabia que toda essa armadura era...