segunda-feira, janeiro 30, 2012

Apátrida.

Não sei se permaneço
ou me mudo de mim.
Venho provisória,
Sem saber a que chão
Chamo casa
Não tenho asa
E não tenho fim.
A história chama
Me precede e continua.
Estranha ao espelho,
Continuo ocupando os teus olhos.
Preciso de um horizonte menor
Que me acolha como lar
Prá poder descansar...
Preciso ganhar margem
Que mesmo borrada,
me contenha.
Para ser-te, amor
Mais inteira e menos lúcida,
A prender a balançar
Nas bordas do teu riso
E não somente
Na pré ocupação
Do teu olhar.
Preciso de menos poesia,
E mais blindagem,
Pra barrar meu rio
E gerar a energia
Prá mover meus passos.

sábado, janeiro 21, 2012

quinta-feira, janeiro 19, 2012

Dos retornos.

Eu disse eco
e fui tantas
que me perdi.